O amor manifestado é o amor provocado

Se temos a intenção de manter nosso relacionamento vivo, é importante demonstrar o quanto esse envolvimento nos agrada. E muitas vezes, por causa da afinidade existente entre os casais, depois de algum tempo de convivência, eles podem acreditar que o seu cônjuge adquiriu a habilidade de ler a mente.
Assim, a pessoa pode imaginar que não é mais necessário dizer ou fazer coisas para o outro, porque ele/ela já sabe que é amado(a). Continuar a ler

Perdoar não é esquecer

Pedir ou conceder perdão não nos exige mais do que podemos agüentar. Sabemos de pessoas que gastam muito tempo buscando motivos para justificar suas infelizes atitudes, fazendo-se de injustiçadas, em vez de adotar gestos de humildade e agir de maneira diferente. Na verdade, elas são vítimas do orgulho, que mata pessoas e sentimentos! Continuar a ler

Onde mora o orgulho?

Onde mora o orgulho?
A vida é muito curta para se gastar o precioso tempo com comportamentos que não trazem a sustentabilidade de nossas convivências. Pedir ou conceder perdão não nos exige mais do que podemos agüentar.
Sabemos de pessoas que gastam muito tempo buscando motivos para justificar suas infelizes atitudes, fazendo-se de injustiçadas Continuar a ler

Os perigos da rotina

Ao deparar com a rarefação dos carinhos e das delicadezas, anteriormente presentes na vida dos casais, pode-se achar que o relacionamento está fadado à mesma rotina de outros – muitos dos quais não podem nos servir de modelo.
Os perigos da rotina e a preocupação com pequenas tarefas que podem matar os carinhos que alimentam um relacionamento.
No entanto, não podemos permitir que os problemas e as insatisfações manifestadas roubem de nós a pessoa amada. Continuar a ler

Gritos não resolvem os problemas

Gritos não resolvem os problemas e o mal trato com as palavras esvazia o desejo de partilha.
Para todos nós fica o desafio de descobrir a maneira de como podemos  melhorar a relação. Assim não vamos sabotar nossa própria convivência, prejudicando a confiança e a proximidade de quem consideramos importantes.
A aceitação das críticas também devem fazer parte desse exercício. Continuar a ler