Amizade

O desejo por revanches

O desejo por revanches não pode encontrar espaços dentro de um relacionamento. Infelizmente, há pessoas que não aceitam as nossas desculpas. Preferem romper com os laços afetivos em vez de crescer e amadurecer por meio dos exercícios apresentados pela vida. Insistem em manter a irredutibilidade e a prepotência, que pensam possuir, em vez de dar o passo que romperá com as cadeias que as prendem.
Talvez querendo cumprir a lei do “olho por olho, dente por dente”, esperam por um momento de revanche.

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Perdoar não é esquecer

Pedir ou conceder perdão não nos exige mais do que podemos agüentar. Sabemos de pessoas que gastam muito tempo buscando motivos para justificar suas infelizes atitudes, fazendo-se de injustiçadas, em vez de adotar gestos de humildade e agir de maneira diferente. Na verdade, elas são vítimas do orgulho, que mata pessoas e sentimentos! Continuar a ler

Onde mora o orgulho?

Onde mora o orgulho?
A vida é muito curta para se gastar o precioso tempo com comportamentos que não trazem a sustentabilidade de nossas convivências. Pedir ou conceder perdão não nos exige mais do que podemos agüentar.
Sabemos de pessoas que gastam muito tempo buscando motivos para justificar suas infelizes atitudes, fazendo-se de injustiçadas Continuar a ler

Gritos não resolvem os problemas

Gritos não resolvem os problemas e o mal trato com as palavras esvazia o desejo de partilha.
Para todos nós fica o desafio de descobrir a maneira de como podemos  melhorar a relação. Assim não vamos sabotar nossa própria convivência, prejudicando a confiança e a proximidade de quem consideramos importantes.
A aceitação das críticas também devem fazer parte desse exercício. Continuar a ler

A carência que ofusca nossos sentimentos

O zelo e o cuidado mútuo alimentam os nossos sentimentos, e isso faz com que nos tornemos cada vez mais próximos um do outro. Essa íntima relação com tal pessoa, poderá nos conduzir por veredas onde a atmosfera estabelecida, tiraria o fôlego de nossa razão e ofuscaria nossa visão. Tomados por essa sensação, podemos permitir viver outro tipo de envolvimento, Continuar a ler